"Eu faço versos como quem chora
vezes sou montanha, vezes sou planície.
O coração, como uma estrada deserta, está glacial e inquieto
E entre as plantas da vida, encontrar sempre pude
o cansaço do grande movimento
Meu poema não devolve as estrelas
São tantos olhos abertos
Muro surdo molhado pela chuva
O mar tragaou de um golpe o marinheiro
à curvatura do horizonte extinto"
(Não lembro o autor, nem mesmo sei se fui eu mesma que escrevi,
mas a lindeza das palavras pulsa viva
e aqui no blog merece ser publicada!)
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